sábado, 28 de janeiro de 2012

EAT, PRAY, LOVE

Há dias revi o filme “Eat, Pray, Love”. A primeira vez que o vi foi com uma amiga e as minhas 2 professoras de filosofia. Chegou se ao fim do filme e o resultado foi elas as duas (principalmente a mais velha) terem gostado do filme, tendo realçado o facto de ser algo que se passa com muitas mulheres ao passar a meia idade e o filme por esse facto, acabava por ter uma componente um algo mais “pesada”. Lembro me de o ter visto e ter pensado “só mais um filme para mulheres de meia-idade”. A verdade é que quando o revi, acabei por me identificar com certas partes do filme, na medida em que toda a pessoa necessita de comer, orar e amar. Comer é aquela cena que pronto não chega a ter muito a dizer, mas a parte do orar saltou me desta vez bastante à vista. Todo o ser humano (na minha modesta opinião) necessita, tem a necessidade pelo menos de acreditar em algo. Não me refiro aqui só à questão de um Deus como a única cena, mas ate um dito ateu acredita em algumas cenas, nem que seja no ter q acordar todos os dias de manha para sair à rua. Fui educada a familiarizar me com a religião católica e agora vejo que não é algo que tenha valido muito a pena sinceramente. Acredito que há algo dito “superior”, uma força, não um homem que morreu por nós e renasceu pa nos salvar e assim, alem do mais, c as tretas que se tem visto q os “senhores” desta igreja fazem não me deixa de modo nenhum mais satisfeita com a coisa.
Acho que é importante meditar, meditar mos acerca do que se passa à nossa volta, neste mundo, limpar os pensamentos, filtrá-los, de modo a que sejamos mais “verdadeiros”, mais reais. Após ter revisto o filme apercebi me que preciso de meditar, que não o faço muitas vezes, devia fazer muitas mais, limpar a nossa alma é algo que para mim tem alguma importância e acho que todos devíamos de o fazer sempre que sentíssemos a necessidade. Não é só quando temos o dito “tempo”, devemos ter tempo para tudo o que quisermos, basta querer, escolher. O estar em contacto com o chão, a terra, o ar que nos invade, o conseguir estar concentrado independentemente do que se passa à nossa volta, acho isso de valor mesmo.

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